Gente, como sabem, não sou muito fã de filme brasileiro. Mas vivemos numa democracia, e lógico que não iria faltar a mais nova sensação do verão: Meu nome não é Johnny.
Só que hoje teremos a colaboração de Elton! RÁ, ele não queria, mas vou publicar o que ele disse do filme, pois ele viu e eu não, RÁ! (Vou reproduzir suas palavras via msn, ok? Obrigadinha Elton!):
"O Selton Mello é a principal atração, ele atua sempre bem e é uma figura. A fotografia retrantando os anos 80 é boa. A história: o cara nasce num lar rico, é mimado pelos pais, que vire e mexe estão bringando (um contexto carioca bem característico). Com muitos cenários de praia e tudo mais. O pai dele descobre que tem um cancer no pulmão, mas não quer se tratar dele e daí começam as brigas em família. A mãe acaba se separando e num contexto de brigas familiares o Jhonny acaba tendo más companhias.
Johnny fala pro pai que quer uma prancha, mas o pai fala que não vai dar o peixe de graça pra ele e ele tem que aprender a pescar. Arranja um trampo de entregar jornal que era meio entediante, mas faz uma adaptação pra fazer as entregas com skate e acaba conseguindo dinheiro pra comprar uma prancha e começa a surfar. Na praia um colega lhe oferece maconha, ele acaba gostando, cresce, vira traficante e daí começa fazer festas na sua casa para os clientes. Numa dessas festas conhece a Cléo Pires maravilhosa e viram namorados.
Começam a se dar bem com o tráfico, o negócio vai crescendo (nesse meio várias cenas engraçadas dos clientes nóias) enfim, vai ficando ganancioso e a começar a querer traficar pra Europa. Nesse meio é pego pela polícia federal e vai preso.
Daí começa a parte dramática da dia a dia na prisão: é julgado, preso e condenado. A Cléo Pires o troca por outro, o cara fica mal pra caramba, vai pra um manicômio judiciário que só tem louco (nisso várias cenas ilárias dos doidos lá dentro, as brigas entre facções de presos), sim, tem várias cenas engraçadas.
O filme termina com ele sendo solto, vira um produtor musical, cantor e compositor. Acho que a parte que mais faz pensar é o dia a dia na prisão, é trash.
Faz pensar duas vezes antes de cometer qualque deslize, e mostra como é fácil de um playboy carioca ir pro mundo do crime."
Bom Elton, diz aí sua avaliação final:
"Pra mim não valeu os R$17,00 reais do cinema, era mais pra alugar e assistir em casa, mas não me arrependo."
Bom, people, tá ae. Fica por sua conta e risco. Mas vc sabe que amamos comentários e se vc viu, ou quer ver, deixe seu comentário pra gente tá?
Mais uma vez, muito obrigada Elton.
Kiss, fiquem com o Trailer: